sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

A fórmula secreta de São João Bosco para ganhar na loteria

Quer saber como ganhar na loteria? São João Bosco revela os “números mágicos” que você deve jogar para sempre levar o prêmio.

Viveu, no século XIX, um homem muito famoso por seus milagres e profecias. Mesmo antes de morrer em odor de santidade, a fama de São João Bosco se espalhava por todos os lados. A uns, anunciava-lhes por quantos anos havia de viver; a outros, dizia-lhes a profissão que teriam no futuro; e, a muitos, adivinhava-lhes os pecados antes que os contassem no confessionário. Ao todo, Dom Bosco – como era chamado – realizou mais de oitocentos milagres.
Conta-se que um homem pobre, tendo ouvido falar das maravilhas que operava este humilde sacerdote, correu um dia à sua procura para perguntar-lhe algo muito importante: a fórmula para ganhar na loteria. O rapaz queria que o santo lhe dissesse que números deveria escolher na hora de comprar o bilhete.
São João Bosco pensou por um momento e logo lhe respondeu com plena segurança:
"Os 'números mágicos' para que você ganhe na loteria são estes: 10, 7 e 14. Jogue-os, em qualquer ordem, que você conseguirá."
O homem se encheu de alegria e já ia sair correndo para comprar o bilhete, quando o santo, tomando-o pelo braço, disse-lhe sorridente: "Um momento, porque não lhe expliquei bem os números, nem lhe disse de que tipo de loteria eu estava falando. Veja, estes números significam o seguinte:
O santo concluiu: "Se você cumprir estas três coisas: observar os Mandamentos, receber bem os Sacramentos e praticar as obras de misericórdia, ganhará na melhor e mais extraordinária de todas as loterias, que é a glória eterna do Céu."
O homem compreendeu e, ao invés de procurar a lotérica, foi ao asilo para oferecer uma esmola.
esmola faz parte das 7 obras de misericórdia corporal, que são:
  1. Dar de comer a quem tem fome;
  2. Dar de beber a quem tem sede;
  3. Vestir os nus;
  4. Dar pousada aos peregrinos;
  5. Assistir aos enfermos;
  6. Visitar os presos;
  7. Enterrar os mortos.
Há ainda as obras de misericórdia espiritual, que são as seguintes:
  1. Dar bom conselho;
  2. Ensinar os ignorantes;
  3. Corrigir os que erram;
  4. Consolar os aflitos;
  5. Perdoar as injúrias;
  6. Sofrer com paciência as fraquezas do próximo;
  7. Rogar a Deus por vivos e defuntos.
Longe de ser uma invenção distante da realidade, a lista das obras de misericórdia constitui uma forma prática de viver o próprio mandamento do amor ao próximo, em atenção ao que Cristo ensinou e pediu que fizéssemos aos mais pequeninos dos nossos irmãos (cf. Mt 25, 40). Embora tenha sido negligenciada em alguns ambientes de catequese, essa relação continua sendo, junto com os Mandamentos e os Sacramentos, a escada segura para "ganhar na loteria" da vida eterna.
10, 7 e 14: invista todo o seu coração nestes números e você será verdadeiramente feliz aqui na terra e no Céu.

Feliz Ano Novo!!!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

(Íntegra) Benção Urbi et Orbi Papa Francisco 25-12-2015

FILME JESUS - A HISTÓRIA DO NASCIMENTO

Mensagem de Natal: Quanto Te custou haver-me amado!





Tu desces das estrelas, ó Rei do céu

E vens a uma gruta no frio e no gelo.

Ó Menino meu divino, eu Te vejo aqui a tremer;

Ó Deus beato, quanto Te custou haver-me amado!



A Ti, que és do mundo o Criador,

Faltam agasalhos e fogo, ó meu Senhor.

Querida e eleita criança, esta Tua pobreza me apaixona

Pois foi o amor que Te fez pobre novamente.



Tu deixas as delícias da intimidade divina

Para vir a sofrer sobre essa palha.

Doce amor do meu coração, aonde Te levou o amor?

Ó meu Jesus, por que tanto sofrer? Por meu amor!



Mas se sofres por Tua própria vontade,

por que então este choro, por que estes gemidos?

Meu Jesus, eu Te entendo sim! Ah, meu Senhor!

Tu choras não de dor, mas de amor!



Tu choras ao ver a minha ingratidão,

Um amor tão grande e tão pouco amado!

Ó amado do meu coração,

se fui assim outrora, hoje somente por Ti eu anseio

Querido, não chores mais, pois eu Te amo, Te amo.



Enquanto dormes, meu Menino, o coração

não dorme, não, mas vigia a todo momento

Vai, meu querido e puro Cordeiro,

Em que pensas? Dize-me Tu. Ó amor imenso,

um dia em morrer por ti, respondes, é o que eu penso.



Então, pensas em morrer por mim, ó Deus

Que mais posso eu amar fora de Ti?

Ó Maria, esperança minha,

se pouco eu amo o teu Jesus, não te indignes

de amá-Lo tu por mim, se eu não O sei amar!



(Tu desces das estrelas, de Santo Afonso Maria de Ligório)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Madre Tereza de Calcutá... Simplemente Desconsertante!

Se você julga as pessoas, você não tem tempo para amá-las.

Há muitas pessoas no mundo que estão morrendo por falta de um pedaço de pão, mas há muito mais gente morrendo por falta de um pouco de amor. A pobreza no Ocidente é um tipo diferente de pobreza – não é só uma pobreza de solidão, mas também de espiritualidade. Há uma fome de amor e uma fome de Deus.

Eu rezo para vocês entenderem as palavras de Jesus: “Amai-vos como Eu vos amei”. Perguntem a si mesmos: “Como foi que Ele me amou? Será que eu realmente amo os outros da mesma forma?”. Sem esse amor, nós podemos nos matar de trabalhar, mas isso vai ser só trabalho, não amor. Trabalho sem amor é escravidão.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Um povo imaculado, com e como a Imaculada

Imaculados! Assim somos chamados por Deus a ser. Puros, inocentes, sem manchas, que busquem incessantemente esse estado de santidade no cotidiano, na família, no labor de cada dia, no convívio com os nossos, nas nossas relações com Deus e com o outro.
Celebramos a Imaculada Conceição da Virgem Maria. Uma Mulher que ganhou a predileção e a eleição de Deus, entre tantas outras, para ser a Mãe do Seu Filho. E, que por isso mesmo, foi preservada, pelo Espírito Santo, de toda mancha do pecado original, para que um dia gerasse, em Seu Ventre Santo, o próprio Cristo, Palavra de Deus encarnada e enviada a nós como Homem, nascido de mulher, para nos trazer a salvação prometida há tantos séculos. E, como Imaculada, Maria Santíssima viveu a sua vida terrena, cumprindo fielmente tudo o que Deus, seu Pai e Criador, lhe chamava a viver, em perfeita obediência à Palavra e aos planos do seu Senhor.
Imaculada na fé, quando, na Anunciação, acreditou nas palavras do Anjo que lhe dizia que se tornaria Mãe do Filho de Deus (Lc 1,38), porque sabia Quem era o Autor daquela promessa, e sabia que n’Ele podia depositar sua esperança. Imaculada na prontidão à missão, quando, apressadamente, saiu de si mesma e foi ao encontro de Isabel para se colocar a serviço (Lc 1, 39). Imaculada no louvor a Deus, quando, reconhecendo a sua pequenez, exaltou a Deus no seu cântico, o Magnificat (Lc 1, 47s). Imaculada na contemplação de Deus, quando tendo Jesus Menino em seus braços, foi a primeira a adorá-Lo, a ver n’Ele o Rosto do próprio Deus (Lc 2, 7). Imaculada na confiança em Deus, quando mesmo ouvindo tantas coisas que se diziam sobre Seu Filho e sobre Ela mesma, esperava em Deus e, em silêncio, guardava tudo no seu coração (Lc 2, 34. 51). Imaculada na coragem, quando ainda tendo um recém nascido nos braços, partiu, junto com seu José, para uma terra distante, o Egito, fugindo da perseguição de Herodes (Mt 2, 14). Imaculada na misericórdia pelo próximo, quando, em Caná, comoveu-se com a falta do vinho e recorreu ao Seu Filho para que Ele provesse ao que lhes faltava (Jo 2, 3s). Imaculada como Mestra, quando Ela mesma deixou-nos como que seu testamento espiritual, ensinando-nos a “fazer tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5). Imaculada na obediência a Deus, quando o próprio Jesus, inspirado pela Sua presença, disse-nos que são da Sua família todos aqueles que fazem a vontade de Deus (Mt 12, 46s). Imaculada até na dor mais profunda, quando, aos pés da cruz (Jo 19, 25), assistiu a Paixão do próprio Filho, de pé, com aquela espada profetizada de dor transpassando seu coração, mas crendo que a morte não teria a última palavra na vida do Seu Filho, e, a partir d’Ele, na vida de mais ninguém. Imaculada na perseverança da oração, quando, com os Apóstolos, esperou em Jerusalém a vinda do Espírito prometido pelo Filho, sendo, junto com eles, abundantemente inflamada pelo Divino Amor (At 1,14). Imaculada, sempre Imaculada! No início e sempre, do início ao novo início!
Que magnífica Mãe nos foi dada! Com que perfeito modelo fomos presenteados por Deus! Com Ela e como Ela sejamos imaculados! Na fé, na prontidão à missão, no louvor, na adoração, na confiança, na coragem, na misericórdia, nos bons conselhos, na obediência, na dor, no júbilo, na perseverança da oração. Imaculados, sempre imaculados! Com Ela e como Ela!
Guardemos nossos corações da corrupção do mundo. Vigiemos para não cairmos nas tantas seduções que nos cercam e tentam nos afastar dos planos de Deus. Preservemos a pureza de nosso corpo e de nossas almas. Busquemos a santidade como quem busca um tesouro muito valioso, porque de fato ela o é, porque é por ela que um dia poderemos contemplar a Deus. “Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5, 8). Aleluia!
Que o Espírito Santo forme e levante um povo imaculado! Ele foi o “segredo” da Virgem Maria, Aquele que a tornou Santa e Imaculada desde a concepção e durante toda a Sua vida. Que, como Ela, possamos também dizer a Deus: Faça-se em mim!
Fazei o que Ele vos disser, disse a Imaculada. Este é o bom conselho, este é o caminho. Que homens e mulheres, crianças, jovens e idosos não desistam e nem cedam às seduções enganadoras dos tempos presentes. Sejam fortes, sejam combatentes na fé, perseverem na oração e na comunhão com Deus, e desejem, mais do que a qualquer outra coisa, ser de Deus, viver para Deus, buscar a Deus, fazer a vontade de Deus. Santos e imaculados pelo Espírito Santo. Eis o desejo ardente que brota do coração de Deus para todos nós, os Seus filhos! Que, pela intercessão da Imaculada Virgem Maria, alcancemos essa graça! Que assim seja!

Autor: Pe. Eduardo Braga (Pe. Dudu)

sábado, 12 de dezembro de 2015

Documentário do Manto de Nossa Senhora de Guadalupe

Santa Maria sempre Virgem de Guadalupe

Num sábado de mil e quinhentos e trinta e um, perto do mês de dezembro, um índio de nome Juan Diego, mal raiava a madrugada, ia do seu povoado a Tlatelolco, para participar do culto divino e escutar os mandamentos de Deus. Já amanhecia, quando chegou ao cerrito chamado Tepeyac e escutou que do alto o chamavam:
- Juanito! Juan Dieguito!
Subiu até o cimo e viu uma senhora de sobre-humana grandeza, cujo vestido brilhava como o sol, e que, com voz muito branda e suave, lhe disse:
- Juanito, menor dos meus filhos, fica sabendo que sou Maria sempre Virgem, Mãe do verdadeiro Deus, por quem vivemos. Desejo muito que se erga aqui um templo para mim, onde mostrarei e prodigalizarei todo o meu amor, compaixão, auxílio e proteção a todos os moradores desta terra e também a outros devotos que me invoquem confiantes. Vai ao Bispo do México e manifesta-lhe o que tanto desejo. Vai e põe nisto todo o teu empenho.
Chegando Juan Diego à presença do Bispo Dom Frei Juan de Zumárraga, frade de São Francisco, este pareceu não dar crédito e respondeu:
- Vem outro dia, e te ouvirei com mais calma.
Juan Diego voltou ao cimo do cerro, onde a Senhora do céu o esperava, e lhe disse:
- Senhora, menorzinha de minhas filhas, minha menina, expus a tua mensagem ao Bispo, mas parece que não acreditou. Assim, rogo-te que encarregues alguém mais importante de levar tua mensagem com mais crédito, porque não passo de um joão-ninguém.
Ela respondeu-lhe:
- Menor dos meus filhos, rogo-te encarecidamente que tornes a procurar o Bispo Amanhã dizendo-lhe que eu própria, Maria sempre Virgem, Mãe de Deus, é que te envio.
Porém no dia seguinte, domingo, o Bispo de novo não lhe deu crédito e disse ser Indispensável algum sinal para poder-se acreditar que era Nossa Senhora mesma que o enviara. E o despediu sem mais aquela.
Segunda-feira, Juan Diego não voltou. Seu tio Juan Bernardino adoecera gravemente e à noite pediu-lhe que fosse a Tlatelolco de madrugada, para chamar um sacerdote que o ouvisse em confissão.
Juan Diego saiu na terça-feira, contornando o cerro e passando pelo outro lado, em direção ao Oriente, para chegar logo à Cidade do México, a fim de que Nossa Senhora não o detivesse. Porém ela veio a seu encontro e lhe disse:
- Ouve e entende bem uma coisa, tu que és o menorzinho dos meus filhos: o que agora te assusta e aflige não é nada. Não se perturbe o teu coração nem te inquiete coisa alguma. Não estou aqui, eu, tua mãe? Não estás sob a minha sombra? Não estás porventura sob a minha proteção? Não te aflija a doença do teu tio. Fica sabendo que ele já sarou. Sobe agora, meu filho, ao cimo do cerro, onde acharás um punhado de flores que deves colher e trazer-mo.
Quando Juan Diego chegou ao cimo, ficou assombrado com a quantidade de belas rosas de Castela que ali haviam brotado em pleno inverno; envolvendo-as em sua manta, levou-as para Nossa Senhora. Ela lhe disse:
- Meu filho, eis a prova, o sinal que apresentarás ao Bispo, para que nele veja a minha vontade. Tu é o meu embaixador, digno de toda a confiança.
Juan Diego pôs-se a caminho, agora contente e confiante em sair-se bem de sua missão. Ao chegar à presença do Bispo, lhe disse:
- Senhor, fiz o que me ordenaste. Nossa senhora consentiu em atender o teu pedido. Despachou-me ao cimo do cerro, para colher ali várias rosas de Castela, trazê-las a ti, entregando-as pessoalmente. Assim o faço, para que reconheças o sinal que pediste e assim cumpras a sua vontade. Ei-las aqui: recebe-as.
Desdobrou em seguida a sua branca manta. À medida em que as várias rosas de Castela espalhavam-se pelo chão desenhava-se no pano e aparecia de repente a preciosa imagem de Maria sempre Virgem, Mãe de Deus, como até hoje se conserva no seu templo de Tepeyac.
A cidade inteira, em tumulto, vinha ver e admirar a sua santa imagem e dirigir-lhe suas preces. Obedecendo à ordem que a própria Nossa Senhora dera ao tio Juan Bernardino, quando devolveu-lhe a saúde, ficou sendo chamada como ela queria: "Santa Maria sempre Virgem de Guadalupe".

Papa celebra Guadalupe: "irei ao Santuário no México em fevereiro"





Com uma longa oração em silêncio diante da imagem de Nossa Senhora, o Papa encerrou a celebração da solenidade de Guadalupe na Basílica Vaticana, na noite de sábado, 12 de dezembro. Francisco confirmou que irá ao Santuário da Virgem de Guadalupe, na cidade do México, no dia 13 de fevereiro, no âmbito daquela que será a décima segunda viagem apostólica internacional de seu pontificado, ao México, entre 12 e 18 de fevereiro. Durante a celebração, a primeira após o início do Jubileu da Misericórdia, Francisco disse que a misericórdia é o amor que abraça a miséria humana e pediu uma igreja sem pelagianismo e agnosticismo. Por fim, Francisco rogou a Nossa Senhora de Guadalupe para que guie os passos dos povos americanos, ela que é Mãe de Misericórdia.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Oração de João Paulo II para consagração do mundo a Maria

Ó Mãe dos homens e dos povos, vós que conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, vós que sentis maternalmente todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas que abalam o mundo contemporâneo, acolhei o nosso clamor que, movidos pelo Espírito Santo, elevamos diretamente ao vosso coração. Abraçai, com amor de Mãe e de Serva do Senhor, esse nosso mundo, o qual vos confiamos e consagramos, cheios de inquietude pela sorte terrena e eterna dos homens e dos povos.

De modo especial, entregamos a Ti aqueles homens e aquelas nações que desta entrega e desta consagração têm particularmente necessidade.

“À vossa proteção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus! Não desprezeis as súplicas que se elevam de nós que estamos na provação!”

“Encontrando-nos hoje diante Vós, Mãe de Cristo, diante do vosso Imaculado Coração, desejamos, juntamente com toda a Igreja, unir-nos à consagração que, por nosso amor, o vosso Filho fez de Si mesmo ao Pai: ‘Eu consagro-Me por eles — foram as Suas palavras — para eles serem também consagrados na verdade’” (Jo 17, 19).

Queremos nos unir ao nosso Redentor, nesta consagração pelo mundo e pelos homens, a qual, no seu coração divino, tem o poder de alcançar o perdão e conseguir a reparação.

Neste Ano Santo, bendita sejais acima de todas as criaturas, Serva do Senhor, que obedecestes da maneira mais plena ao chamamento divino. Louvada sejais vós, que estais inteiramente unida à consagração redentora do vosso Filho!

Mãe da Igreja, iluminai o povo de Deus nos caminhos da fé, da esperança e da caridade. Iluminai, de modo especial, os povos dos quais vós esperais a nossa consagração e a nossa entrega. Ajudai-nos a viver na verdade da consagração de Cristo por toda a família humana do mundo contemporâneo.

Confiando-vos, ó Mãe, o mundo, todos os homens e todos os povos, nós vos confiamos também a própria consagração do mundo, depositando-a no vosso coração materno.

Oh, Imaculado Coração, ajudai-nos a vencer a ameaça do mal, que se enraíza tão facilmente nos corações dos homens de hoje e que, nos seus efeitos incomensuráveis, pesa já sobre a vida presente e parece fechar os caminhos do futuro.

Da fome e da guerra, livrai-nos!
Da guerra nuclear, de uma autodestruição incalculável, e de toda a espécie de guerra, livrai-nos!
Dos pecados contra a vida do homem desde os seus primeiros instantes, livrai-nos!
Do ódio e do aviltamento da dignidade dos filhos de Deus, livrai-nos!
De todo o gênero de injustiça na vida social, nacional e internacional, livrai-nos!
Da facilidade em calcar aos pés os mandamentos de Deus, livrai-nos!
Da tentativa de ofuscar nos corações humanos a própria verdade de Deus, livrai-nos!
Da perda da consciência do bem e do mal, livrai-nos!
Dos pecados contra o Espírito Santo, livrai-nos, livrai-nos!

Acolhei, ó Mãe de Cristo, esse clamor carregado do sofrimento de todos os homens. Carregado do sofrimento de sociedades inteiras.

Ajudai-nos, com a força do Espírito Santo, a vencer todo o pecado: o pecado do homem e o pecado do mundo; enfim, o pecado em todas as suas manifestações.

Que se revele uma vez mais, na história do mundo, a força salvífica infinita da Redenção: a força do amor misericordioso. Que ele detenha o mal, transforme as consciências e manifeste para todos, no vosso Imaculado Coração, a luz da esperança!

Amém!

A Medalha Milagrosa

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Oração do Papa Francisco pelo Ano da Misericórdia

Senhor Jesus Cristo,
Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste,
e nos dissestes que quem Vos vê, vê a Ele.
Mostrai-nos o Vosso rosto e seremos salvos.

O Vosso olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro;
a adúltera e Madalena de colocar a felicidade apenas numa criatura;
fez Pedro chorar depois da traição,
e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido.
Fazei que cada um de nós considere como dirigida a si mesmo as palavras que dissestes à mulher samaritana: Se tu conhecesses o dom de Deus!

Vós sois o rosto visível do Pai invisível,
do Deus que manifesta sua onipotência sobretudo com o perdão e a misericórdia:
fazei que a Igreja seja no mundo o rosto visível de Vós, seu Senhor, ressuscitado e na glória.
Vós quisestes que os Vossos ministros fossem também eles revestidos de fraqueza
para sentirem justa compaixão por aqueles que estão na ignorância e no erro:
fazei que todos os que se aproximarem de cada um deles se sintam esperados, amados e perdoados por Deus.

Enviai o Vosso Espírito e consagrai-nos a todos com a sua unção
para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor
e a Vossa Igreja possa, com renovado entusiasmo, levar aos pobres a alegre mensagem
proclamar aos cativos e oprimidos a libertação e aos cegos restaurar a vista.
Nós Vo-lo pedimos por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia, a
Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos.

Amém.

Papa Francisco